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Problemas de pele na teleconsulta: como enviar imagens úteis

Imagens nítidas e contexto ajudam na conversa, mas algumas lesões exigem toque, exame ampliado ou avaliação presencial.

Médica da AnjosMed orientando envio seguro de imagem clínica

A imagem é apenas uma parte da avaliação

Fotografias podem ajudar a acompanhar manchas, coceira e outras alterações, mas não substituem história e exame. Cor e tamanho mudam conforme luz, câmera e tela. O profissional pode não conseguir avaliar textura, temperatura, profundidade ou outras características remotamente.

Como fazer fotos mais úteis

Use luz natural, sem filtros e com foco. Faça uma imagem mostrando a região ao redor e outra mais próxima, colocando uma referência de tamanho quando orientado. Não edite a cor. Se a lesão mudou, fotos datadas ao longo do tempo podem ser úteis.

Proteja sua privacidade

Envie arquivos apenas pelo canal clínico protegido da plataforma. Evite incluir rosto, documentos, localização ou partes íntimas sem necessidade. Pergunte por que a imagem é solicitada e como será vinculada ao prontuário. Não use formulário administrativo ou rede social.

Conte a evolução

Conte quando apareceu, velocidade de crescimento, dor, coceira, sangramento, febre e produtos aplicados. Informe medicamentos novos e exposições. Para alergia, coceira e manchas, contexto e sinais associados podem ser tão importantes quanto a foto.

Quando o presencial é indispensável

Lesão que cresce rapidamente, dor intensa, febre, bolhas extensas, sangramento importante ou falta de ar exige avaliação rápida. Algumas alterações precisam de exame presencial ampliado ou procedimento. O encaminhamento não representa falha da teleconsulta.

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